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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Seus versos


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A partida - XXXVI -

Seus versos ( Boemia)


Como se fora uma dança
Dos alforjes da minha alma
Tudo que agora se espalma
 Afora tantas mudanças
 Lembranças, lembranças tantas-
Em  tempos de boemia
Seus versos, quanta mestria
Inda se ouvem os ecos
Que florescem nos becos
No anoitecer dos meus dias

Autor
Carlos Marcos Faustino
10/05/2017 – quarta-feira – 14:23

A vida passa


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A vida passa

Estás aí? Estás?
O teclado não nos diz
Quem escreve é aprendiz
De palavras que caladas
Chegam ou não
Transbordando emoções.

Se é sexta final de semana,
Terrivelmente sexta-feira,
Maravilhosamente sexta-feira
Ilusoriamente sexta,
Segunda ou domingo, não importa;

É assim que os dias se sucedem
Estação por estação
Os cabelos embranquecem
As tristezas adormecem
E renascem as lembranças
O tempo passa
Como se fosse um trem bala
A vida vai-se embora
Mas sabe o que mais nos embala?
-A esperança-


Autor
Carlos Marcos Faustino
30/06/2011 – quinta-feira- 11h33




sexta-feira, 5 de maio de 2017

Meus versos


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A partida  - XXIX - 

Meus versos


Meus versos não são tão belos
quão simples é meu pensar
Pululam sem almejar
Serem tão lindos castelos
Nascem sem muito atropelos
E querem ser poesia
Mesmo sem ter a magia
São como simples botecos
Que florescem pelos becos
No anoitecer dos meus dias


Autor
Carlos Marcos Faustino
04/05/2017 - quinta-feira - 18:22

domingo, 23 de abril de 2017

Lágrimas de poeta


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Lágrimas de poeta

Rolaram dois versos
Os primeiros de uma poesia
Estamparam-se no papel à revelia
Na alma o poeta  se esconde
Até que mais versos juntam-se aos primeiros
 Onde “Palavras emolduradas” são escritas
Tímidas caladas esperando pra serem lidas

E assim outra também vem.
 Respinga
E vem outra e mais outra
E a folha branca e nua fica tomada
E oferece em suas linhas
Um sentimento profundo
Todo nas entrelinhas daquelas palavras

São como lágrimas do poeta
Poesias em paginas escancaradas
Ali ele se entrega e fica
Pelos anos afora até que aquelas paginas amareladas
São descartadas
Rotinas  de toda uma vida

Autor
Carlos Marcos Faustino

22/04/2017 – sábado -22:42

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Melhor amigo

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Melhor amigo

Quando tudo te parecer difícil
Quando fecharem todas as portas
Quando não existirem mais caminhos
Alce o teu mais magistral voo
Vislumbre o teu mais puro sorriso
Voe sobre todas as dificuldades
Vença todos os empecilhos
Hás de conseguir, não te esqueças
O poder da tua fé é teu melhor amigo.


Quando te sentires solitário
Naquele momento contigo mesmo
Não deixe de ponderar tuas opções
Talvez as mais fáceis soluções
Que bailam no teu imaginário
São aquelas que te deixarão perdido, à esmo

É preciso levantar o véu
Pra poder vivenciar o quanto tu tens de belo
Ainda há tempo de reconstruir teu castelo
Inda existirão milhões de sonhos no teu céu
Não fique te impondo castigos
O Poder da tua fé inda é teu melhor amigo.

Autor
Carlos Marcos Faustino
12/04/2017 – terça-feira – 11H45
19/07/2017 -  quarta-feira- 00H25


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Minhas historias


Minhas historias


Dia do pagamento

Quando criança, o dia do pagamento do meu pai ( minha mãe dizia- O dia do pedido), era  o dia em que ele fazia as compras do mês.
Daí , naqueles tempo, o meu sonho era uma cadeira de balanço. Pode?
Meu pai não tinha condições de me dar uma na epoca, o que recebia( se bem esticado) era  o suficiente para dar alimento aquelas crianças todas. Mas meu pai nunca dizia não ao meu pedido.
-Pai, o senhor me compra uma cadeira de balanço?
- É claro meu filho, no ano passado eu compro.
E eu ficava tão feliz a esperar o ano passado. Foi uma forma mágica que meu pai na sua simples sapiência teve pra não me deixar triste. Em compensação nos natais meu pai nunca nos deixou sem presentes.
E eu amo muito meu pai não só por isso, mas por tudo que ele fez por nós. E ele sempre  fez tudo com muito amor. Muito amor mesmo!.



23/01/2016 – segunda feira  - 12h58

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Só versos


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Só versos


Uma mulher me odeia
Eu mesmo não sei  o porquê
deve ter cheirado a meia
que eu tirei suja dos pés


Sessenta anos pra mim
Parecia tão distante
Mas já é chegada a hora
deste momento importante


Eu me senti excluído
Pois não ligaram pra mim
Chegaram aos meus ouvidos
Que a vida é mesmo assim


Escrevo pro meu amigo
Uma cartinha sorrindo
Respondeu não é comigo
Você não é muito bem-vindo


Eu nos palcos desta vida
Há percorri muito chão
Mas como sou quase artista
faço tudo com paixão.


Sentei pra escrever só um verso
Ou uma trova talvez
Mas o que escrevi por certo
foram versos pra vocês


Autor
Carlos Marcos Faustino
20/01/2013 - domingo - 22h22